Para que tu entendas…

Não tentes encontrar sentido no que eu digo.
Não tentes encontrar juízo no que eu faço.
Nem sempre ajo conforme quero.
Nem tudo sai conforme espero.
Não penses que existe essa coisa toda de destino, que é tolice dos romances
Nada está escrito a não ser quando tu escreves.
Não fales, sobre mim, coisas que tu não sabes.
Que fique claro: não podes adivinhar o que penso se não digo o que calo.
Se eu resolver te falar, me ouças, se eu não falar, espera.
Falo mais ao não falar, pois palavras não poderiam nunca descrever
Sentimentos que são mudos, que só os olhos não conseguem esconder.
Por isso é que escrevo para que então tu compreendas o motivo de tantas linhas.
Não quero que tu ponhas mais palavras em minha boca, quero que ponhas logo a tua boca na minha.

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