Mares de ilusão…


Como se fosse areia em minhas mãos, o vento lhe soprou
Desfez os entrelaços de nossos dedos sem dizer que acabou
Tornei-me, desde então, dona de pensamentos instáveis e embarquei na busca constante pelo amor que se perdeu.
Sou navegante. Navego pelos mares da lembrança e, encarando a quilométrica distância que nos separa, atravesso quase incessantes rios de tristeza que não parecem ter lugar para desaguar…
Enfrento tempestades que não parecem terminar, não durmo e as noites tão longas não parecem amanhecer
E sinto partir-me em dois a cada olhar que lanço sem te ver
E cada verso, e cada lua, e cada sol e cada vez que acende a luz de algum farol, eu lembro de você…
Em cada curva, em cada sonho, em cada parada, em cada palavra que eu digo baixinho pra quem sabe você ouvir…
Sem cogitar que eu me engano sem sentir, que você não vai voltar pra mim, pois o vento não te fez partir, foi você quem quis…
Mas deixe-me fingir que não foi exatamente assim…
A vida te separou de mim…
Inventei uma maré de confusões e nem eu sei onde mais posso me achar. Eu te navego em sonhos bons, te procurando sem sequer sair do lugar.

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