De volta à realidade…

Te esquecer de repente foi como interromper a leitura de um bom livro, antecipando o final: eu li a última página.
Fechei o livro e o guardei na estante; distante do meu campo visual.
Não que eu assim quisesse, o que acontece é que nem tudo nessa vida pode ser como queremos. E já não há necessidade.
Já não tenho mais a mesma idade de quando costumava sonhar.
O tempo passa; as coisas mudam; as experiências ganhas servem para que se tenha mais cautela.
Às vezes me pergunto se não dou demasiada importância para coisas que se vão – tão rápido quanto vêm – ao invés de dar valor para o que realmente fica.
Mas eu já mudei de canal; alterei a programação; não perco mais o sinal ao te ver.
Enfatizo: o tempo passa; as coisas mudam.
E eu aprendi a me conter, abraçar a razão: eu não quero mais você.

– Pra que sofrer quando posso facilmente sorrir?

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